DEVIR-FLUXO-ÁGUA

Este projeto contempla a produção audiovisual, a música e a performance. O tema principal é a água e seus fluxos instituintes por meio das Artes. Ao ser enunciado um devir-água - transversalizado por imagens, objetos, sonoridades e pelo corpo -, surge também o devir-animal, o devir-louco e o devir-liberdade. O humano cria mecanismos de opressão, confinamento e domesticação que aprisionam corpos humanos e não humanos. O aquário e a camisa de força são exemplos disso. Em nosso dispositivo a Arte pode impulsionar a vida para subverter essas estruturas de confinamento e controle cotidianas.
Albert Schweitzer enuncia uma ética de reverência pela vida. Portanto, como potencializar a vida através da Arte com esse dispositivo? Cláudio Azevedo é pós-doutorando da CAPES junto ao Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal de Pelotas - UFPel, onde atua como pesquisador e professor colaborador. Desenvolve pesquisas no campo das Artes, articulando as três ecologias de Félix Guattari e o perspectivismo como vetores ético-estéticos para a promoção de cuidado.



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